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sábado, 18 de abril de 2015

O século do Pacífico

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

"O Mediterrâneo é o oceano do passado. O Atlântico é o oceano do presente, e o Pacífico, o oceano do futuro."
A frase foi dita por John Hay, secretário de Estado dos EUA, na virada final do século 19. Naquele momento, Hay transformou as Filipinas em colônia e base americana na Ásia-Pacífico e anunciou a política de "portas abertas" para a China, reduzindo a forte "influência colonizadora" da Europa e do Japão sobre a região.
Hay estava correto sobre o Pacífico, mas sua frase visionária demorou cem anos para se materializar. O século 20 continuou sendo dominado pelo Atlântico, em razão da maior proximidade histórica, cultural, linguística e institucional entre os seus dois lados. Isso sem contar o impacto de duas guerras centradas na Europa, da Guerra Fria, da integração europeia, entre outros.
Porém, no ultimo quarto do século 20, o Atlântico começa a perder liderança. O primeiro sinal da supremacia do Pacífico veio nos anos 1970 pelo lado do comércio, com a reemergência das grandes potencias asiáticas –primeiro o Japão, depois a China, mais recentemente a Índia e o Sudeste Asiático. Comércio é um tema que está no DNA da região Ásia-Pacífico desde sempre.
Na área econômica, enquanto EUA e Europa cresceram só 1,6% ao ano na última década, a América Latina cresceu 4,6% anuais, e a Ásia, quase 6% ao ano. Na metade deste século, além de concentrar 60% da população, a Ásia vai responder por metade do PIB mundial.
Crescimento, comércio, capital e pessoas motivadas não são o que falta na Ásia. O maior problema parece ser a carência de instituições sólidas capazes de reduzir nacionalismos exacerbados, fricções e tensões, garantindo o "fair play". A Ásia ainda tem imensos desafios pela frente: melhor governança, combate à corrupção, redução de desigualdades, solução para disputas territoriais etc.
Recentemente, além da miríade de acordos bilaterais que povoam a região, começam a surgir blocos econômicos de grande envergadura. A Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec, em inglês) reúne 21 países que respondem por metade do comércio mundial e que avançam entendimentos para a criação da Área de Livre Comércio da Ásia-Pacífico (FTAAP). Quase todas as grandes nações de todos os lados da região Ásia-Pacífico fazem parte desse grupo.
A Parceria Trans-Pacífico (TPP), cujos maiores expoentes são os Estados Unidos e o Japão, reúne 12 dos 21 membros da Apec, sendo que a China até o momento ficou de fora.
Além de reduzir a zero as tarifas de importação de todos os bens em alguns anos, a TPP propõe uma nova arquitetura de comércio que reforça a integração dos países em cadeias globais de suprimento, com forte convergência de leis e regulamentos entre os países-membros.
Na agricultura, por exemplo, a combinação de abertura comercial e convergência regulatória na TPP pode provocar forte desvio do fluxo de comércio do Brasil para a Ásia, em favor dos EUA, do Canadá e da Austrália.
A TPP é acordo mais amplo, profundo e equânime que é negociado neste momento. E tudo indica que o Congresso dos EUA vai conceder a autorização para que o Executivo daquele país negocie o acordo num único bloco, a chamada TPA (Trade Promotion Authority).
Em paralelo, a Asean, uma associação formada por dez países do sudeste da Ásia, também caminha com força no seu processo de convergência e integração.
Apenas cinco países das Américas estão participando do imenso e intenso xadrez do Pacífico –Estados Unidos, Canadá, México, Peru e Chile. O Brasil participa de forma bastante marginal, exportando commodities e atraindo alguns investimentos. Claramente estamos perdendo oportunidades. Poderíamos fazer muito mais.
Diria que nesse tabuleiro somos apenas um peão lateral avançando lentamente, em direção única, ao passo que rainhas, torres, cavalos e bispos se reposicionam com força e agilidade. É hora de se mexer. 

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Economia - Questionário

Segue o link do questionário da nossa atividade da disciplina de Economia.

http://www.4shared.com/office/ghSiUcdzce/Questionario_-_2015-1.html

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Aumento nos combustíveis eleva busca por serviços de gestão de despesas de veículos

Depois da aquisição de veículos, o item que mais pesa na planilha das despesas com frotas é o de combustíveis, que pode representar de 20% a 40% dos gastos, dependendo da quantidade de quilômetros rodados. Porém, nem todo esse valor queima no motor: uma parte se perde, graças a maus hábitos de direção, falta de manutenção nos veículos e, até mesmo, a fraudes que o tradicional controle de notas dos postos não consegue detectar. Quando essas ineficiências são eliminadas, algumas empresas conseguem economizar de 15% a 25% do combustível utilizado em suas frotas.

É por isso que, desde o último aumento no preço do diesel e da gasolina, o volume de consultas às empresas de gestão de despesas de veículos cresceu cerca de 25%, permitindo cortar gastos com combustíveis, por meio de controles e travas parametrizadas, como escolha dos postos e quantidade, periodicidade e preço pago por abastecimento, entre outros.

Quando a gestão do combustível é atrelada a rastreadores, a eficiência é ainda maior, pois é possível, também, controlar se o motorista está fazendo rotas adequadas, se a quilometragem é compatível com os roteiros, e corrigir, caso a caso, os pontos fora da curva. Os clientes se beneficiam da negociação que essas empresas têm com postos de combustível em todo o País. Há empresas que reduziram a litragem média em 15%, com serviços de gestão profissionais.

“A gestão de combustíveis injeta capital de giro no negócio. Quando passamos da gestão do combustível para outros itens, a redução de despesas é ainda maior: em uma abordagem integral, há empresas que conseguem reduzir as despesas com frotas em até 40%, somando abastecimento e manutenção. Oferecemos o gerenciamento e controle dos chamados custos visíveis, como consumo de combustível e de manutenção dos veículos, e dos custos invisíveis, oriundos do desempenho dos motoristas”, sintetiza o presidente da Associação de Gestão de Despesas de Veículos (AGEV), Ricardo Albregard.

Todas as soluções oferecidas pelas empresas de gestão de despesas de frotas permitem coletar, via Point of Service (POS), Web, Anel, Radio-Frequency Identification (RFID) etc, informações como volume de combustível, tipo de combustível, dados do condutor, km dos veículos, número de OS, entre outras, que são o diferencial e a base das soluções de produtividade e eficiência. Elas geram relatórios comportamentais de veículos e modo de condução, cujos dados permitem detectar desde o gasto de combustíveis até o consumo e a quilometragem excessiva, passando pelo desgaste de peças.

As empresas associadas da AGEV fazem gestão de todo tipo de frota, como carro, moto, caminhão e veículos especiais, e até embarcações náuticas. Porém, a maior parte dos clientes tem frotas pesadas (caminhões) ou leves (carros, em frotas urbanas). “Estimamos que apenas 25% das empresas usem serviços profissionais de gestão de despesas com seus veículos. O potencial de racionalização do uso dos combustíveis pelas frotas brasileiras, portanto, é enorme”, destaca o diretor da AGEV José Francisco Gomes da Silva.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Malha currícular

Pessoal, segue a malha curricular do curso.

Semestre
Disciplinas
Matemática Aplicada
Fundamentos de Logística

Contabilidade Empresarial
Fundamentos de Administração
Economia

Estatística aplicada à Logística
Gestão da Produção e Operações
Custos e auditoria logística
Gestão da qualidade
Noções de TI
Metodologia Cientifica
Pesquisa Operacional
Gestão da Cadeia de Suprimentos
Análise de Projetos e Investimentos
Gestão de processos logísticos
Direito Empresarial e Legislação Aduaneira

Planejamento de Transporte
Sistemas e técnicas em movimentação e armazenamento
Gestão Socioambiental e Logística Reversa
Marketing aplicado à logística
Eletiva I
Elaboração de Relatórios, Projetos e Artigos
Controle Estatístico de Processos
Logística Internacional
Gestão de Pessoas
Planejamento estratégico na logística
Eletiva II
Trabalho de Conclusão de curso - TCC

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Olá pessoal,

Segue o planejamento de aulas de contabilidade empresarial e de administração.

Disciplina: CONTABILIDADE EMPRESARIAL
Professora: Maria Luciana de Almeida
Obrigatória: SIM          Carga Horária Semestral: 60h              Eletiva: NÃO
Número de Créditos: 04                               Período Indicado: 1º

EMENTA:
Noções de contabilidade. Demonstrações contábeis. Noções de custos. Aspectos básicos da Auditoria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 9. Ed. São Paulo: Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IUDÍCIBUS, Sérgio de.    Contabilidade Introdutória. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Introdutória: Exercícios ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas. 2012.


PLANEJAMENTO
DIA
CONTEÚDO
25/02
APRESENTAÇÃO DOS CONTEÚDOS
04/03
Introdução aos Estudos de área contábil
11/03
Relatórios contábeis
18/03
Balanço patrimonial
25/03
Situação financeira e econômica
01/04
Regimes de contabilidade
08/04
Demonstração do resultado do exercício
15/04
PRIMEIRO EXERCÍCIO E ENTREGA DO RESUMO
22/04
Introdução a custos
29/04
Sistemas de custeio
06/05
Custos fixos e variáveis
13/05
Custos diretos e indiretos
20/05
Custeio ABC
27/05
Gestão de custos em logística
03/06
Ajuste para evento
10/06
SEGUNDO EXERCÍCIO E ENTREGA DO TRABALHO
17/06
SEGUNDA CHAMADA
01/07
Ajuste caso necessário
08/07
FINAL



Disciplina: FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO
Professora: Maria Luciana de Almeida
Obrigatória: SIM          Carga Horária Semestral: 60h              Eletiva: NÃO
Número de Créditos: 04                               Período Indicado: 1º


EMENTA:
Antecedentes históricos da Administração. Habilidades do Administrador. Escolas de Administração. Funções do Administrador. Processo Administrativo.  Estruturas Organizacionais. Áreas Funcionais. Novas Tendências em Administração. Empreendedorismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
LACOMBE, Francisco J.M.; HEILBORN, Gilberto L.J.; Administração: princípios e tendências. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
STONER, James A.F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
CERTO, Samuel C. Administração Moderna. 9.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO, Claudia C.; KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e processo. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
MAXIMIANO, Antonio C.A. Introdução à Administração. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. G. Teoria geral da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2005.
PLANEJAMENTO

DIA
CONTEÚDO

26/02
APRESENTAÇÃO DOS CONTEÚDOS

05/03
Introdução à administração e às organizações

12/03
Evolução do pensamento em administração

19/03
Ambiente organizacional

26/03
Tomada de decisão em administração

09/04
Seminários (um grupo por cada conteúdo) – 20% da nota

16/04
PRIMEIRO EXERCÍCIO – 80% da nota

23/04
Planejamento e estratégia – participação de um grupo 10% da nota

30/04
Organização – participação de um grupo 10% da nota

07/05
Direção – participação de um grupo 10% da nota

14/05
Controle – participação de um grupo 10% da nota

21/05
Operações e marketing

28/05
Gestão de pessoas e finanças

11/06
Seminários (um grupo por cada conteúdo das duas últimas aulas) – 20% da nota

18/06
SEGUNDO EXERCÍCIO – 70% da nota

02/07
SEGUNDA CHAMADA – só para um dos exercícios 100%

09/07
FINAL