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Aula
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Atividade Proposta
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Data
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Capítulo
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1
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Apresentação
do professor, da disciplina, dos alunos. Explicação do procedimento didático,
bibliografia e avaliação. Histórico do comércio internacional
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26/fev
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CAP
1 – SILVA
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2
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A
sistemática das exportações
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05/mar
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CAP
2 – SILVA
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3
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Gestão
da Cadeia de Suprimentos
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12/mar
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CAP
2 – DAVID E STEWART
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4
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Infraestrutura
Logística Internacional
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19/mar
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CAP
3 – DAVID E STEWART
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5
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Método
de entrada em mercados estrangeiros
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26/mar
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CAP
4 – DAVID E STEWART
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Feriado
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02/abr
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6
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Contratos
internacionais
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09/abr
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CAP
5 – DAVID E STEWART
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7
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Termos
de comércio ou Incoterms
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16/abr
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CAP
7 – DAVID E STEWART
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8
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Condições
de pagamentos
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23/abr
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CAP
13 – MAIA / CAP 8 – DAVID E STEWART
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9
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Primeira avaliação
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30/abr
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10
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Moeda
de Pagamento
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07/mai
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CAP
13 – MAIA / CAP 8 – DAVID E STEWART
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11
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Documentos
internacionais e Seguros internacionais
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14/mai
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CAP
9 e 10– DAVID E STEWART
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12
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Transporte
marítimo e transporte aéreo internacional
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21/mai
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CAP
11 e 12 – DAVID E STEWART
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13
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Transporte
multimodal e Embalagem para a exportação
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28/mai
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CAP
13 e 14 – DAVID E STEWART
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14
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Desembaraço
alfandegário
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04/jun
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CAP
15 – DAVID E STEWART
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11/jun
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15
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Segunda avaliação
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18/jun
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25/06
e 02/07
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Prova final
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09/jul
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Segunda chamada de final
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14/jul
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Divulgação das atividades desenvolvidas pelos docentes e discentes do curso de Tecnologia em Logística da Universidade de Pernambuco - Campus Mata Norte (CMN), em Nazaré da Mata - PE.
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Plano de Aula - Logística Internacional
Plano de Aula - Economia
Caros alunos, segue o plano de aula de economia.
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Aula
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Atividade Proposta
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Data
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Capítulo
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1
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Apresentação
do professor, da disciplina, dos alunos. Explicação do procedimento didático,
bibliografia e avaliação. Dez princípios de Economia
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24/fev
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CAP
1 – MANKIW
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2
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Evolução
do pensamento Econômico: Breve retrospecto.
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03/mar
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CAP
2 – VASCONCELOS E GARCIA
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3
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Oferta
e Demanda Parte I
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10/mar
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CAP
4 – MANKIW
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4
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Oferta
e Demanda Parte II
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17/mar
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CAP
4 – MANKIW
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5
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Elasticidade
e sua aplicação
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24/mar
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CAP
5 – MANKIW
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6
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Os
custos de produção
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31/mar
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CAP
13 – MANKIW
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7
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Estruturas
de mercado
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07/abr
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CAP
7 - VASCONCELOS E GARCIA
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8
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Externalidades
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14/abr
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CAP
10 – MANKIW
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Feriado
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21/abr
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9
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Primeira
Avaliação
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28/abr
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10
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Medindo
a riqueza nacional
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05/mai
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CAP
23 – MANKIW
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11
|
Introdução
a macroeconomia
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28/abr
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CAP
8 - VASCONCELOS E GARCIA
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12
|
Economia
Monetária
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05/mai
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CAP
8 - SILVA E LUIZ
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13
|
Sistema
financeiro Brasileiro
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12/mai
|
CAP
9 - SILVA E LUIZ
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14
|
Economia
do Setor Público
|
19/mai
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CAP
14 - VASCONCELOS E GARCIA
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26/05; 02/06 e 09/06
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15
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Segunda
avaliação
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16/jun
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23/06
e 30/06
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Prova
Final
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07/jul
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Segunda
Chamada de Final
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14/jul
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sábado, 21 de fevereiro de 2015
Levar soja à China está mais barato do que o transporte interno até os portos
Preço do frete marítimo é o menor dos últimos 20 anos; baixa é creditada ao aumento da oferta dos navios de longo curso
O preço do frete
marítimo despencou no país e hoje está mais baixo do que o transporte
terrestre. De acordo com o operador de mercado de commodities agrícolas,
Liones Severo, o trajeto Brasil-China no final de 2014 custava
aproximadamente U$ 42 dólares por tonelada, enquanto hoje custa U$ 22
dólares. Segundo ele, o preço é o menor dos últimos 20 anos e a baixa é
creditada ao aumento da oferta dos navios de longo curso. "Há uma
superoferta de navios e também uma diminuição na exportação de minérios.
O movimento mundial se reduziu um pouco nos últimos anos e isso
naturalmente derrubou o frete", explica.
Seguindo a tendência, o valor da
demurrage, multa paga pelo atraso no carregamento, recuou 50% de acordo
com as estimativas do operador. Calculado em U$ 30 mil dólares por dia
no ano passado, hoje o valor está em cerca de U$ 15 mil. "O demurrage
diminuiu bastante e era uma conta bem pesada." O preço do frete é
resultado de um cálculo pautado no tempo. "Se o navio demora pra
carregar, ele fica mais tempo parado, mais dias contam, mais custo, e
esse adicional é a demurrage". Assim como no atraso, caso o navio
antecipe o carregamento ele recebe um prêmio cujo valor é metade da
diária da embarcação.
A diminuição do frete marítimo não tem
reflexos sobre o produtor brasileiro, mas beneficia o comprador, que é
quem arca com o preço do produto a partir da chegada deste ao porto.
"Isso resulta em um preço melhor para o grão e as empresas
multinacionais se beneficiam disso", diz Severo.
O resultado da queda mostra a
discrepância entre o frete terrestre e marítimo no Brasil. É mais caro
transportar a soja, por exemplo, dentro do território do país, do que
levá-la até a China. Segundo dados do Grupo de Pesquisa e Extensão em
Logística Agroindustrial da Esalq-USP, o trajeto Cascavel- Paranaguá,
que tem cerca de 600 quilômetros, teve um valor médio de U$ 29 dólares
por tonelada entre dezembro de 2014 até fevereiro de 2015. Os dados da
Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) apontam para uma
média no frete no Brasil de 92 dólares por tonelada.
Parada obrigatória
Diferentemente do marítimo, as conseqüências do frete terrestre caem sobre o agricultor. Para Sergio Mendes, diretor executivo da Anec, a maior debilidade da produção brasileira está no transporte terrestre. "O marítimo não causa preocupação, porque quando falamos em soja e grãos no mercado internacional, o Brasil é parada obrigatória de linhas de navios. O grande problema é o frete de terra. É nossa maior debilidade, na frente de qualquer outra circunstância."
Diferentemente do marítimo, as conseqüências do frete terrestre caem sobre o agricultor. Para Sergio Mendes, diretor executivo da Anec, a maior debilidade da produção brasileira está no transporte terrestre. "O marítimo não causa preocupação, porque quando falamos em soja e grãos no mercado internacional, o Brasil é parada obrigatória de linhas de navios. O grande problema é o frete de terra. É nossa maior debilidade, na frente de qualquer outra circunstância."
Os dados da Anec também apontam que a
desvantagem do frete do país em relação aos Estados Unidos e Argentina,
os maiores concorrentes, é de U$ 70 dólares por tonelada. "Para
compensar esse número, nossos produtores tem que ser U$ 70 dólares por
tonelada mais eficientes e não é fácil," diz Mendes.
Competitividade
Mendes afirma que para trazer competitividade ao frete brasileiro é necessário investir em hidrovias. Segundo o executivo, 60% do transporte realizado nos Estados Unidos é feito por meio de rios, enquanto no Brasil esse número é referente ao transporte por caminhões. Ele explica que a hidrovia tem capacidade de levar até 10 mil toneladas aos portos: com seis comboios o navio fica lotado, enquanto é preciso dois mil caminhões nas estradas para chegar à mesma quantidade. "Fazer o transporte por hidrovia otimiza o tempo e quantidade, polui muito menos, não destrói estradas, não tem invasão de território. Temos muito potencial, mas poucas opções e que também são pouco utilizadas."
Mendes afirma que para trazer competitividade ao frete brasileiro é necessário investir em hidrovias. Segundo o executivo, 60% do transporte realizado nos Estados Unidos é feito por meio de rios, enquanto no Brasil esse número é referente ao transporte por caminhões. Ele explica que a hidrovia tem capacidade de levar até 10 mil toneladas aos portos: com seis comboios o navio fica lotado, enquanto é preciso dois mil caminhões nas estradas para chegar à mesma quantidade. "Fazer o transporte por hidrovia otimiza o tempo e quantidade, polui muito menos, não destrói estradas, não tem invasão de território. Temos muito potencial, mas poucas opções e que também são pouco utilizadas."
Para Sérgio Mendes, o uso de caminhões é
ideal apenas para distâncias curtas. "O transporte terrestre tem
inúmeras desvantagens, mas ainda assim é o mais utilizado. E é ele o
nosso tendão de aquiles", conclui.
Fonte: Globo Rural
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Olá queridos alunos,
Sejam todos bem vindos ao semestre 2015.1.
Aos novos alunos as minhas boas vindas a UPE e ao curso de logística.
Espero que tenhamos um semestre de muito compartilhamento de informações e conhecimentos.
Segue os planos das disciplinas que lecionarei.
Administração:
https://word.office.live.com/wv/WordView.aspx?FBsrc=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fattachments%2Ffile_preview.php%3Fid%3D750459441716371%26time%3D1424377066%26metadata&access_token=100002835356265%3AAVIliP9uruMp71N70X_Tntw6_eXEh5sfGVQqME-zhlsrIsNQ&title=planejamento_ADMINISTRA%C3%87%C3%83O_2015.doc
Contabilidade:
https://word.office.live.com/wv/WordView.aspx?FBsrc=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fattachments%2Ffile_preview.php%3Fid%3D448388965308236%26time%3D1424377589%26metadata&access_token=100002835356265%3AAVKrqzxwH-MlzhC9DLKRATJPNzon5oryUYFj_ZtpozGoQ8BO&title=planejamento_CONTABILIDADE_2015.doc
Sejam todos bem vindos ao semestre 2015.1.
Aos novos alunos as minhas boas vindas a UPE e ao curso de logística.
Espero que tenhamos um semestre de muito compartilhamento de informações e conhecimentos.
Segue os planos das disciplinas que lecionarei.
Administração:
https://word.office.live.com/wv/WordView.aspx?FBsrc=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fattachments%2Ffile_preview.php%3Fid%3D750459441716371%26time%3D1424377066%26metadata&access_token=100002835356265%3AAVIliP9uruMp71N70X_Tntw6_eXEh5sfGVQqME-zhlsrIsNQ&title=planejamento_ADMINISTRA%C3%87%C3%83O_2015.doc
Contabilidade:
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Perspectivas Logísticas para 2015
O ano de 2015 se apresenta como um ano repleto de desafios logísticos, mas como sabemos, desafios e oportunidades caminham juntos. Por isso, é importante estarmos atentos a alguns destes desafios procurando atuar no sentido de transformar os mesmos em oportunidades.
As incertezas no cenário político e econômico (nacional e internacional) poderão gerar oscilações na demanda e, diante deste cenário, será necessário que a área de logística busque por maior eficiência, eficácia e agilidade em seus processos da cadeia logística (fornecedor ao cliente).
Devido ao cenário acima, a busca por melhorar a qualidade de serviço logístico prestado, com um menor custo, continuará sendo o foco. Por isso, será cada vez mais importante e decisivo, o monitoramento dos custos logísticos envolvidos em cada etapa operação, racionalizando e eliminando as atividades que não agregam valor. Entender como melhorar esta relação custo x nível de serviço desejado pelo cliente será um dos grandes desafios para o gestor logístico em 2015.
Aspectos relacionados às negociações com fornecedores e clientes serão ainda mais estratégicos e determinantes para o sucesso das organizações. Processos de seleção, avaliação e negociação com fornecedores estarão na pauta central das empresas.
A queda do nível de emprego poderá ocorrer em 2015, mas a atividade de atrair, manter e reter mão de obra qualificada continuará sendo um grande desafio neste ano que se aproxima.
A busca pelo melhor uso da tecnologia disponível como uma aliada da logística, será um dos grandes desafios em 2015. Poderemos ter muitas inovações tecnológicas a nossa disposição, mas vale destacar que o uso de tecnologia deve vir acompanhado de gestão de processos e capacitação de pessoas.
A continuidade do avanço do comércio eletrônico é também um dos fatores que está previsto para 2015. E para atender este mercado, cada vez mais exigente, a área de logística precisará estar atenta as questões de pedidos cada vez mais fracionados e com expectativas de entregas agendadas.
A crescente conscientização da população em relação às questões ambientais, juntamente com a aplicação dos requisitos legais (PNRS), fará com que as empresas busquem cada vez mais colocar as práticas de logística reversa como parte de suas estratégias.
Entregas nos grandes centros urbanos continuarão sendo um dos grandes desafios em 2015 e nos anos seguintes. Ações, como entregas noturnas, pool de recebimento centralizado e outras ganharão cada vez mais força para equacionar esta situação. Por isso penso que haverá uma tendência pela busca de novos modelos de entrega.
A questão da mobilidade urbana continuará ganhando espaço em 2015. O aumento da conscientização da importância de uma melhor qualidade (tempo e questões ambientais) em nossos deslocamentos diários vem proporcionando algumas mudanças nos hábitos das pessoas (maior uso de transporte coletivo, transporte solidário, uso de bicicletas, home-office, transporte solidário e outros) . Entretanto será necessário um contínuo investimento em infra-estrutura.
Além dos pontos acima, não podemos esquecer que, 2015 precede o ano de realização das olimpíadas no Rio de Janeiro. Este evento, com certeza nos proporcionará ainda em 2015 novos desafios, mas também muitas oportunidades logísticas.
Fonte:HRM Logística
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