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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Plano de Aula - Logística Internacional

Aula
Atividade Proposta
Data
Capítulo
1
Apresentação do professor, da disciplina, dos alunos. Explicação do procedimento didático, bibliografia e avaliação. Histórico do comércio internacional
26/fev
CAP 1 – SILVA
2
A sistemática das exportações
05/mar
CAP 2 – SILVA
3
Gestão da Cadeia de Suprimentos
12/mar
CAP 2 – DAVID E STEWART
4
Infraestrutura Logística Internacional
19/mar
CAP 3 – DAVID E STEWART
5
Método de entrada em mercados estrangeiros
26/mar
CAP 4 – DAVID E STEWART

Feriado
02/abr

6
Contratos internacionais
09/abr
CAP 5 – DAVID E STEWART
7
Termos de comércio ou Incoterms
16/abr
CAP 7 – DAVID E STEWART
8
Condições de pagamentos
23/abr
CAP 13 – MAIA / CAP 8 – DAVID E STEWART
9
Primeira avaliação
30/abr

10
Moeda de Pagamento
07/mai
CAP 13 – MAIA / CAP 8 – DAVID E STEWART
11
Documentos internacionais e Seguros internacionais
14/mai
CAP 9 e 10– DAVID E STEWART
12
Transporte marítimo e transporte aéreo internacional
21/mai
CAP 11 e 12 – DAVID E STEWART
13
Transporte multimodal e Embalagem para a exportação
28/mai
CAP 13 e 14 – DAVID E STEWART
14
Desembaraço alfandegário
04/jun
CAP 15 – DAVID E STEWART


11/jun

15
Segunda avaliação
18/jun



25/06 e 02/07


Prova final
09/jul


Segunda chamada de final
14/jul

Plano de Aula - Economia

Caros alunos, segue o plano de aula de economia.


Aula
Atividade Proposta
Data
Capítulo
1
Apresentação do professor, da disciplina, dos alunos. Explicação do procedimento didático, bibliografia e avaliação. Dez princípios de Economia
24/fev
CAP 1 – MANKIW
2
Evolução do pensamento Econômico: Breve retrospecto.
03/mar
CAP 2 – VASCONCELOS E GARCIA
3
Oferta e Demanda  Parte I
10/mar
CAP 4 – MANKIW
4
Oferta e Demanda  Parte II
17/mar
CAP 4 – MANKIW
5
Elasticidade e sua aplicação
24/mar
CAP 5 – MANKIW
6
Os custos de produção
31/mar
CAP 13  – MANKIW
7
Estruturas de mercado
07/abr
CAP 7 - VASCONCELOS E GARCIA
8
Externalidades
14/abr
CAP 10  – MANKIW

Feriado
21/abr

9
Primeira Avaliação
28/abr

10
Medindo a riqueza nacional
05/mai
CAP 23  – MANKIW
11
Introdução a macroeconomia
28/abr
CAP 8 - VASCONCELOS E GARCIA
12
Economia Monetária
05/mai
CAP 8 - SILVA E LUIZ
13
Sistema financeiro Brasileiro
12/mai
CAP 9 - SILVA E LUIZ
14
Economia do Setor Público
19/mai
CAP 14 - VASCONCELOS E GARCIA


26/05; 02/06 e 09/06



15
Segunda avaliação
16/jun



23/06 e 30/06


Prova Final
07/jul


Segunda Chamada de Final
14/jul

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Levar soja à China está mais barato do que o transporte interno até os portos

Preço do frete marítimo é o menor dos últimos 20 anos; baixa é creditada ao aumento da oferta dos navios de longo curso


O preço do frete marítimo despencou no país e hoje está mais baixo do que o transporte terrestre. De acordo com o operador de mercado de commodities agrícolas, Liones Severo, o trajeto Brasil-China no final de 2014 custava aproximadamente U$ 42 dólares por tonelada, enquanto hoje custa U$ 22 dólares. Segundo ele, o preço é o menor dos últimos 20 anos e a baixa é creditada ao aumento da oferta dos navios de longo curso. "Há uma superoferta de navios e também uma diminuição na exportação de minérios. O movimento mundial se reduziu um pouco nos últimos anos e isso naturalmente derrubou o frete", explica.
Seguindo a tendência, o valor da demurrage, multa paga pelo atraso no carregamento, recuou 50% de acordo com as estimativas do operador. Calculado em U$ 30 mil dólares por dia no ano passado, hoje o valor está em cerca de U$ 15 mil. "O demurrage diminuiu bastante e era uma conta bem pesada." O preço do frete é resultado de um cálculo pautado no tempo. "Se o navio demora pra carregar, ele fica mais tempo parado, mais dias contam, mais custo, e esse adicional é a demurrage". Assim como no atraso, caso o navio antecipe o carregamento ele recebe um prêmio cujo valor é metade da diária da embarcação.
A diminuição do frete marítimo não tem reflexos sobre o produtor brasileiro, mas beneficia o comprador, que é quem arca com o preço do produto a partir da chegada deste ao porto. "Isso resulta em um preço melhor para o grão e as empresas multinacionais se beneficiam disso", diz Severo.
O resultado da queda mostra a discrepância entre o frete terrestre e marítimo no Brasil. É mais caro transportar a soja, por exemplo, dentro do território do país, do que levá-la até a China. Segundo dados do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Esalq-USP, o trajeto Cascavel- Paranaguá, que tem cerca de 600 quilômetros, teve um valor médio de U$ 29 dólares por tonelada entre dezembro de 2014 até fevereiro de 2015. Os dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) apontam para uma média no frete no Brasil de 92 dólares por tonelada.
Parada obrigatória
Diferentemente do marítimo, as conseqüências do frete terrestre caem sobre o agricultor. Para Sergio Mendes, diretor executivo da Anec, a maior debilidade da produção brasileira está no transporte terrestre. "O marítimo não causa preocupação, porque quando falamos em soja e grãos no mercado internacional, o Brasil é parada obrigatória de linhas de navios. O grande problema é o frete de terra. É nossa maior debilidade, na frente de qualquer outra circunstância."
Os dados da Anec também apontam que a desvantagem do frete do país em relação aos Estados Unidos e Argentina, os maiores concorrentes, é de U$ 70 dólares por tonelada. "Para compensar esse número, nossos produtores tem que ser U$ 70 dólares por tonelada mais eficientes e não é fácil," diz Mendes.
Competitividade
Mendes afirma que para trazer competitividade ao frete brasileiro é necessário investir em hidrovias. Segundo o executivo, 60% do transporte realizado nos Estados Unidos é feito por meio de rios, enquanto no Brasil esse número é referente ao transporte por caminhões. Ele explica que a hidrovia tem capacidade de levar até 10 mil toneladas aos portos: com seis comboios o navio fica lotado, enquanto é preciso dois mil caminhões nas estradas para chegar à mesma quantidade. "Fazer o transporte por hidrovia otimiza o tempo e quantidade, polui muito menos, não destrói estradas, não tem invasão de território. Temos muito potencial, mas poucas opções e que também são pouco utilizadas."
Para Sérgio Mendes, o uso de caminhões é ideal apenas para distâncias curtas. "O transporte terrestre tem inúmeras desvantagens, mas ainda assim é o mais utilizado. E é ele o nosso tendão de aquiles", conclui.

Fonte:  Globo Rural

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Perspectivas Logísticas para 2015

O ano de 2015 se apresenta como um ano repleto de desafios logísticos, mas como sabemos, desafios e oportunidades caminham juntos. Por isso, é importante estarmos atentos a alguns destes desafios procurando atuar no sentido de transformar os mesmos em oportunidades.

As incertezas no cenário político e econômico (nacional e internacional) poderão gerar oscilações na demanda e, diante deste cenário, será necessário que a área de logística busque por maior eficiência, eficácia e agilidade em seus processos da cadeia logística (fornecedor ao cliente).

Devido ao cenário acima, a  busca por melhorar a qualidade de serviço logístico prestado, com um menor custo, continuará sendo o foco. Por isso, será cada vez mais importante e decisivo, o monitoramento dos custos logísticos envolvidos em cada etapa operação, racionalizando e eliminando as atividades que não agregam valor. Entender como melhorar esta relação custo x nível de serviço desejado pelo cliente será um dos grandes desafios para o gestor logístico em 2015.

Aspectos relacionados às negociações com fornecedores e clientes serão ainda mais estratégicos e determinantes para o sucesso das organizações. Processos de seleção, avaliação e negociação com fornecedores estarão na pauta central das empresas.

A queda do nível de emprego poderá ocorrer em 2015, mas a atividade de atrair, manter e reter mão de obra qualificada continuará sendo um grande desafio neste ano que se aproxima.

A busca pelo melhor uso da tecnologia disponível como uma aliada da logística, será um dos grandes desafios em 2015. Poderemos ter muitas inovações tecnológicas a nossa disposição, mas vale destacar que o uso de tecnologia deve vir acompanhado de gestão de processos e capacitação de pessoas.

A continuidade do avanço do comércio eletrônico é também um dos fatores que está previsto para 2015. E para atender este mercado, cada vez mais exigente, a área de logística precisará estar atenta as questões de pedidos cada vez mais fracionados e com expectativas de entregas agendadas.

A crescente conscientização da população em relação às questões ambientais, juntamente com a aplicação dos requisitos legais (PNRS), fará com que as empresas busquem cada vez mais colocar as práticas de logística reversa como parte de suas estratégias.

Entregas nos grandes centros urbanos continuarão sendo um dos grandes desafios em 2015 e nos anos seguintes. Ações, como entregas noturnas, pool de recebimento centralizado e outras ganharão cada vez mais força para equacionar esta situação. Por isso penso que haverá uma tendência pela busca de novos modelos de entrega.

A questão da mobilidade urbana continuará ganhando espaço em 2015. O aumento da conscientização da importância de uma melhor qualidade (tempo e questões ambientais) em nossos deslocamentos diários vem proporcionando algumas mudanças nos hábitos das pessoas (maior uso de transporte coletivo, transporte solidário, uso de bicicletas, home-office, transporte solidário e outros) . Entretanto será necessário um contínuo investimento em infra-estrutura.

Além dos pontos acima, não podemos esquecer que, 2015 precede o ano de realização das olimpíadas no Rio de Janeiro. Este evento, com certeza nos proporcionará ainda em 2015 novos desafios, mas também muitas oportunidades logísticas.

Fonte:HRM Logística